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Atualizado em 30 de julho de 2026vLei 14.181/2021 + CDC

Plano de pagamento: bola de neve ou avalanche

Simule mês a mês a quitação de várias dívidas e compare a estratégia do menor saldo com a da maior taxa efetiva.

Uma linha por dívida: apelido; saldo; taxa; periodicidade (diaria/mensal/anual); pagamento mínimo; tarifa mensal. Use apelidos, nunca o nome do credor ou número de contrato.

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As duas são simuladas de qualquer forma e aparecem lado a lado.

Nenhum valor vem preenchido. “Preencher exemplo” insere valores meramente ilustrativos, que não representam taxa atual, taxa média nem sugestão de mercado.

Como o cálculo é feito

As duas estratégias são simuladas mês a mês sobre exatamente as mesmas dívidas e o mesmo orçamento. Antes de qualquer comparação, todas as taxas são convertidas para a taxa efetiva mensal equivalente — nunca se compara taxa mensal com taxa anual dividida por doze. A avalanche prioriza a maior taxa efetiva, desempatando pelo menor saldo; a bola de neve prioriza o menor saldo, desempatando pela maior taxa. Em cada mês incidem juros e tarifas, pagam-se os mínimos e a sobra do orçamento vai integralmente para a dívida prioritária; quando uma dívida é quitada, o mínimo que ela consumia é transferido para a próxima da fila. A simulação tem teto de 1.200 meses e interrompe o plano quando o saldo total deixa de cair, sinalizando que, com o orçamento informado, ele não encerra.

A cada mês: saldo × taxa efetiva mensal + tarifas − mínimos − sobra do orçamento na dívida prioritária; o mínimo liberado por uma dívida quitada é transferido para a próxima.

Exemplo: Três dívidas com taxas e saldos diferentes, sob o mesmo orçamento mensal, aparecem nas duas estratégias com prazo, juros totais, primeira dívida quitada e cronograma resumido por ano.

Limitações

  • A simulação usa saldos, taxas e mínimos informados por você. Nenhuma dívida real é consultada e nada é gravado.
  • A bola de neve não é apresentada como matematicamente mais barata: quando a avalanche custa menos, é isso que o resultado mostra. A vantagem da bola de neve é comportamental e depende de cada pessoa.
  • O plano assume orçamento constante, taxas constantes e nenhum gasto novo no crédito — três premissas que raramente se sustentam sem esforço.
  • Não há diagnóstico de superendividamento, análise de mínimo existencial nem orientação jurídica: se as dívidas não cabem no orçamento, procure um órgão público de defesa do consumidor.

Fontes e versão

Versão da regra Lei 14.181/2021 + CDC, vigente desde 30 de julho de 2026.

Perguntas frequentes

Bola de neve ou avalanche: qual é melhor?

Pelo custo, a avalanche costuma ser igual ou mais barata, porque ataca primeiro a taxa mais alta. A bola de neve quita a menor dívida antes e produz um resultado visível mais cedo. A simulação mostra a diferença exata de prazo e de juros nas suas condições.

Por que converter todas as taxas?

Porque comparar 2% ao mês com 24% ao ano exige a mesma base. A ferramenta converte tudo para taxa efetiva mensal equivalente antes de ordenar as dívidas.

O que acontece quando uma dívida é quitada?

O valor que era usado no mínimo dela passa a reforçar o pagamento da próxima dívida da fila. É esse efeito acumulado que encurta o plano ao longo do tempo.

E se o orçamento não cobrir os mínimos?

A ferramenta avisa e continua simulando com o valor informado, mas o plano pode não encerrar. Nesse caso o caminho costuma ser renegociar condições antes de escolher uma estratégia.

Continue o cálculo

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