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Atualizado em 31 de julho de 2026Versão 1.0.0

Calculadora de independência financeira

Calcule o patrimônio necessário, o aporte mensal ou o prazo estimado para viver da renda, com rentabilidade real e taxa de retirada assumidas por você.

Como o cálculo é feito

Toda a simulação roda em valores de hoje: a rentabilidade informada é real, ou seja, já descontada a inflação, o que dispensa corrigir o gasto pretendido ano a ano. A taxa mensal é a equivalente composta da taxa anual, e não a divisão por doze. O patrimônio-alvo nasce do gasto pretendido e da taxa de retirada assumida, descontada a renda passiva já existente e elevada pela tributação informada. A projeção capitaliza o saldo mês a mês e soma o aporte, que pode crescer uma vez por ano. No modo de prazo, a simulação avança mês a mês até o patrimônio alcançar a meta, com limite de cem anos; se não alcançar, a ferramenta diz que a meta não foi atingida em vez de forçar um número. A reserva separada é retirada do patrimônio disponível antes da projeção.

Patrimônio-alvo = (gasto anual pretendido − renda passiva anual) ÷ (1 − tributação) ÷ taxa de retirada; patrimônio projetado = patrimônio inicial × (1 + i)^n + aportes capitalizados, com i mensal equivalente à rentabilidade real anual

Exemplo: Exemplo ilustrativo e fictício: patrimônio de R$ 80.000, gasto pretendido de R$ 7.000 por mês, aportes de R$ 2.500, rentabilidade real de 4% ao ano e retirada de 4% ao ano produzem uma meta e um patrimônio projetado válidos apenas para essas premissas.

Limitações

  • Rentabilidade, inflação e taxa de retirada são premissas de simulação editáveis, não previsões e não dados oficiais futuros.
  • Nenhuma taxa de retirada é apresentada como segura: sequência de retornos ruins, longevidade e mudanças de gasto podem esgotar o patrimônio.
  • A projeção não considera risco, volatilidade, crises, mudanças de renda, saúde nem eventos familiares.
  • Nenhum investimento é recomendado, comparado ou sugerido: a ferramenta só faz aritmética das premissas informadas.
  • O imóvel de moradia não é somado automaticamente ao patrimônio disponível, porque vendê-lo mudaria o gasto pretendido.
  • Impostos, taxas de administração e custos de corretagem só entram se você os informar.

Fontes e versão

Versão 1.0.0 da regra, vigente desde 31 de julho de 2026.

Perguntas frequentes

O que é a taxa de retirada?

É o percentual do patrimônio que a simulação assume que você retira por ano para viver. Ela é uma premissa: quanto maior, menor o patrimônio necessário e maior o risco de o dinheiro acabar antes do previsto.

Por que a rentabilidade pedida é real e não nominal?

Porque o gasto pretendido está em valores de hoje. Trabalhar com rentabilidade real, já descontada a inflação, evita comparar dinheiro de épocas diferentes. Se você só conhece a taxa nominal, subtraia a inflação assumida antes de informar.

A calculadora garante independência financeira no prazo mostrado?

Não. O prazo é a consequência aritmética das premissas informadas. Alterar rentabilidade, aporte ou gasto muda o resultado, e a realidade dificilmente segue uma taxa constante por décadas.

Posso usar a Selic ou o IPCA de hoje como premissa para trinta anos?

Como referência histórica, sim; como previsão, não. Um número observado hoje descreve o presente e não se repete automaticamente por décadas. Por isso as premissas ficam editáveis e claramente rotuladas como simulação.

O que acontece se eu já tiver patrimônio suficiente?

No modo de aporte, o valor necessário aparece como zero, indicando que as premissas informadas já cobrem a meta. Isso não significa parar de acompanhar: a meta muda quando o gasto pretendido muda.

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